TEATRO DO CONCRETO - 7 anos

Difícil missão esta que o Concreto me impôs. Escolher vinte imagens de uma trajetória de sete anos. Imaginem a quantidade de fotos, situações, momentos, ângulos, luz. Fiquei quebrando a cabeça pra achar um caminho onde estas fotos se fundissem. Nada melhor, pensei, que o caminho deste coletivo. Não sei exatamente a cronologia das imagens, pois assisti o Diário do Maldito no festival Cena Contemporânea de 2007 e ali começou minha aproximação com o grupo e um diálogo com Francis Wilker, seu diretor. Percebi ali uma inquietação em relação ao espaço e senti que eles queriam verticalizar a pesquisa pelo espaço. Vendo as imagens percebo uma ida pra Cidade, como motivador, como espaço cênico, como pesquisa de linguagem e isso foi trazendo as imagens. A cidade num primeiro plano, com o ator em relação direta com ela. O intérprete diluído e a cidade sendo protagonista. Sinto que este caminho inquieta o Concreto, aí vi uma similaridade com o trabalho que o Vertigem vem desenvolvendo ha vinte anos. Fico feliz com o convite e espero estar dividindo com vocês momentos significativos da companhia, mas entendo que meu olhar de fora pode ter privilegiado apenas a imagem.

 

Guilherme Bonfanti é light designer desde 1988 e um dos fundadores do Teatro da Vertigem.


	Criação: Teatro do Concreto, dramaturgia: Juliana Sá, direção: Francis wilkr, elenco: Aline Seabra, Alonso Bento, Gleide Firmino, Jhony Gomantos, Maria Carolina Machado, Micheli Santini, Nei Cirqueira, Rômulo Mendes e Silvia Paes, músicos: Igor Guilherme, Janari Coelho, Regina Neri e Daniel Pitanga, consultoria artística: Tiche Vianna, ambientação cenográfica: o grupo, com a colaboração de isabella veloso e leonardo cinelli, figurinos: o grupo, com consultoria de Cyntia Carla

	 

	O espetáculo faz referência aos seguintes textos de plínio marcos: navalha na carne, prisioneiro de uma canção, inútil canto e inútil pranto pelos anjos caídos. Silvia Paes como Neusa Sueli se preparando para entrar em cena no espetaculo Diário do maldito. 
<br /><b>Fotógrafo: </b>Alexandra Martins 
	Criação: Teatro do Concreto, dramaturgia: Juliana Sá, direção: Francis wilkr, elenco: Aline Seabra, Alonso Bento, Gleide Firmino, Jhony Gomantos, Maria Carolina Machado, Micheli Santini, Nei Cirqueira, Rômulo Mendes e Silvia Paes, músicos: Igor Guilherme, Janari Coelho, Regina Neri e Daniel Pitanga, consultoria artística: Tiche Vianna, ambientação cenográfica: o grupo, com a colaboração de Isabella Veloso e Leonardo Cinelli, figurinos: o grupo, com consultoria de Cyntia Carla

	 

	O espetáculo faz referência aos seguintes textos de plínio marcos: navalha na carne, prisioneiro de uma canção, inútil canto e inútil pranto pelos anjos caídos. Nei Cirqueira como poeta em cena no espetaculo Díario do maldito.  

	 
<br /><b>Fotógrafo: </b>Alexandra Martins 
	Criação: Teatro do Concreto, dramaturgia: Juliana Sá, direção: Francis wilkr, elenco: Aline Seabra, Alonso Bento, Gleide Firmino, Jhony Gomantos, Maria Carolina Machado, Micheli Santini, Nei Cirqueira, Rômulo Mendes e Silvia Paes, músicos: Igor Guilherme, Janari Coelho, Regina Neri e Daniel Pitanga, consultoria artística: Tiche Vianna, ambientação cenográfica: o grupo, com a colaboração de Isabella Veloso e Leonardo Cinelli, figurinos: o grupo, com consultoria de Cyntia Carla.

	 

	O espetáculo faz referência aos seguintes textos de plínio marcos: navalha na carne, prisioneiro de uma canção, inútil canto e inútil pranto pelos anjos caídos. 
<br /><b>Fotógrafo: </b>Guto Muniz 
	 

	Criação: Teatro do Concreto, dramaturgia: Juliana Sá, direção: Francis wilkr, elenco: Aline Seabra, Alonso Bento, Gleide Firmino, Jhony Gomantos, Maria Carolina Machado, Micheli Santini, Nei Cirqueira, Rômulo Mendes e Silvia Paes, músicos: Igor Guilherme, Janari Coelho, Regina Neri e Daniel Pitanga, consultoria artística: Tiche Vianna, ambientação cenográfica: o grupo, com a colaboração de Isabella Veloso e Leonardo Cinelli, figurinos: o grupo, com consultoria de Cyntia Carla. 

	 

	O espetáculo faz referência aos seguintes textos de plínio marcos: navalha na carne, prisioneiro de uma canção, inútil canto e inútil pranto pelos anjos caídos. Micheli Santini como mira em cena no espetaculo díario do maldito. 

	   

	 

	 

	 

	Micheli Santini como mira em cena no espetaculo díario do maldito.   

	  

	 
<br /><b>Fotógrafo: </b>Thiago Sabino 
	 

	Criação: Teatro do Concreto, dramaturgia: Juliana Sá, direção: Francis wilkr, elenco: Aline Seabra, Alonso Bento, Gleide Firmino, Jhony Gomantos, Maria Carolina Machado, Micheli Santini, Nei Cirqueira, Rômulo Mendes e Silvia Paes, músicos: Igor Guilherme, Janari Coelho, Regina Neri e Daniel Pitanga, consultoria artística: Tiche Vianna, ambientação cenográfica.

	 

	O grupo, com a colaboração de Isabella Veloso e Leonardo Cinelli, figurinos: o grupo, com consultoria de Cyntia Carla. Micheli Santini como Mira. 
<br /><b>Fotógrafo: </b>Tatiana Reis 
	 

	Festival internacional de teatro de Brasília – cena contemporânea 2010, mostra território de risco – projeto 50 em 05. Criação: Teatro do Concreto, direção: Ivone oliveira, elenco: Gleide Firmino, Jhony Gomantos, Lisbeth Rios, Micheli Santini, Nei Cirqueira e Silvia Paes, dramaturgia: Alonso Bento, ambientação e figurinos: Hugo Cabral, consultoria dramatúrgica: Juliana Sá.

	 

	Zizi Antunes como a mulher, em cena.  
<br /><b>Fotógrafo: </b>Miguel Mello 
	Festival internacional de teatro de Brasília – cena contemporânea 2010.  Direção: Ivone oliveira, elenco: Gleide Firmino, Jhony Gomantos, Lisbeth Rios, Micheli Santini, Nei Cirqueira e Silvia Paes, dramaturgia: Alonso Bento, ambientação e figurinos: Hugo Cabral, consultoria dramatúrgica: Juliana Sá.

	 

	Jhony Gomantos como o rapaz, em cena na intervenção urbana mirante.

	  
<br /><b>Fotógrafo: </b>Mario Luz 
	Festival cena contemporânea 2008.Criação Teatro do Concreto, direção: Francis Wilker, assistente de direção: Aline SEABRA, colaboração dramatúrgica: Jonathan Andrade, elenco: Alonso Bento, Gleide Firmino, Jhony  Gomantos, Lisbeth Rios, Maria Carolina Machado, e Michele Santini, Nei Cirqueira.

	 

	Maria Carolina Machado em cena na Intervenção urbana ruas abertas.

	  
<br /><b>Fotógrafo: </b>Andressa Anholete 
	Festival cena contemporânea 2008.Criação Teatro do Concreto, direção: Francis Wilker, assistente de direção: Aline SEABRA, colaboração dramatúrgica: Jonathan Andrade, elenco: Alonso Bento, Gleide Firmino, Jhony  Gomantos, Lisbeth Rios, Maria Carolina Machado, e Michele Santini, Nei Cirqueira.

	 

	Alonso Bento e Zizi Antunes em cena na Intervenção cênica no espaço urbano ruas abertas.  
<br /><b>Fotógrafo: </b>Tatiana Reis 
	Criação Teatro do Concreto, direção: Francis Wilker, assistente de direção: Aline Seabra, colaboração dramatúrgica: Jonathan Andrade, elenco: Alonso Bento, Gleide Firmino, Jhony  Gomantos, Lisbeth Rios, Maria Carolina Machado, e Michele Santini, Nei Cirqueira.

	 

	Jhony Gomantos e Rômulo Mendes em cena na Intervenção cênica no espaço urbano ruas abertas. 
<br /><b>Fotógrafo: </b>Randal Andrade 
	Temporada de apresentações pelo centro-oeste. Elenco do Teatro do Concreto e do grupo goiano Solos de Baco em cena na Intervenção cênica no espaço urbano, ruas abertas. 
<br /><b>Fotógrafo: </b>CIda Carneiro 
	Apresentação na mostra de cenas curtas – 5 visões sobre amor e abandono.

	 

	Em cena Jhony Gomantos como dama noite, direção Aline Seabra e Micheli Santini e dramaturgia de Alonso Bento. 
<br /><b>Fotógrafo: </b>Andressa Anholete 
	Ensaio aberto do espetáculo Entrepartidas, criação: Teatro do Concreto, dramaturgia: Jonathan Andrade, direção: Francis Wilker, músico: Daniel Pitanga, figurinos e direção de arte: Hugo Cabral e Júlia Gonzáles, elenco: Aline seabra, Alonso Bento, Gleide Firmino, Jhony Gomantos, Lisbeth Rios, Maria Carolina,  Micheli santini, Nei Cirqueira e Silvia Paes. Elenco convidado: Adilson dias, Larissa Calisto, Luiza Guimarães, Christiane cysneiros, Jeferson Alves, Maria Lindete, Mário luz, Thamiris saraiva e Sami Maia.

	 

	Em cena Maria Carolina. 
<br /><b>Fotógrafo: </b>Thiago Sabino 
	Criação: teatro do concreto, dramaturgia: Maria Carolina, direção: Francis Wilker, elenco: Aline Seabra, Alonso Bento, Jhony Gomantos, Michele Santini, Nei Cirqueira.

	 

	Em cena Nei Cirqueira.

	  
<br /><b>Fotógrafo: </b>Thiago Sabino 
	Temporada de apresentações da Funarte, texto original: Jean-Claude Bernardet, direção: Fabíola Gontijo e Nei Cirqueira, elenco: Francis Wilker e Marcelo Alves, participação especial: DJ Guizzik e Gleide Firmino.

	 

	Em cena Francis Wilker e Marcelo Alves no espetáculo Sala de espera. 
<br /><b>Fotógrafo: </b>Telmo Ximenes 
	Criação: teatro do concreto, direção: Francis Wilker, assistente de direção: Aline SEABRA, colaboração dramatúrgica: Jonathan Andrade, elenco: Alonso Bento, Gleide Firmino, Jhony Gomantos, Lisbeth rios, Maria Carolina, Micheli Santini, Nei Cirqueira.

	 

	Em cena Nei Cirqueira e Christiane Cysneiros. 
<br /><b>Fotógrafo: </b>Randal Andrade 
	Criação: teatro do concreto, direção: Francis Wilker, assistente de direção: Aline Seabra, colaboração dramatúrgica: Jonathan Andrade, elenco: Alonso Bento, Gleide Firmino, Jhony Gomantos, Lisbeth rios, Maria Carolina, Micheli Santini, Nei Cirqueira.

	 

	Em cena Micheli Santini e Daniel Pitanga. 
<br /><b>Fotógrafo: </b>Randal Andrade 
	Criação: teatro do concreto, direção: Francis Wilker, assistente de direção: Aline Seabra, colaboração dramatúrgica: Jonathan Andrade, elenco: Alonso Bento, Gleide Firmino, Jhony Gomantos, Lisbeth rios, Maria Carolina, Micheli Santini, Nei Cirqueira.

	 

	Em cena Micheli Santini. 
<br /><b>Fotógrafo: </b>Randal Andrade 
	Festival internacional de teatro de Brasília – cena contemporânea 2010, mostra território de risco – projeto 50 em 05. Criação: Teatro do Concreto, direção: Ivone oliveira, elenco: Gleide Firmino, Jhony Gomantos, Lisbeth Rios, Micheli Santini, Nei Cirqueira e Silvia Paes, dramaturgia: Alonso Bento, ambientação e figurinos: Hugo Cabral, consultoria dramatúrgica: Juliana Sá.

	 

	Em cena Nei Cirqueiraentre as barracas da antiga feira da torre de tv.  
<br /><b>Fotógrafo: </b>Randal Andrade
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